«AKIRA» – A DIVINDADE ATÓMICA

«AKIRA» – A DIVINDADE ATÓMICA

“Akira” não gira apenas em torno de indivíduos que descobrem ser detentores de poderes sobre-humanos numa narrativa de ficção científica futurista marcada pela violência, centra-se na ordem existencial, no capitalismo, na corrupção do poder político, na religião, na tecnologia e na amizade, com um olhar crítico sobre a alienação da juventude e a ineficiência governamental, indiferente para com o perigo que o poder de Tetsuo representa. Ver o post inteiro

«COLD WAR» – A FOME CRÓNICA DAS IMAGENS GÉLIDAS

«COLD WAR» – A FOME CRÓNICA DAS IMAGENS GÉLIDAS

Em “Cold War” não existe um todo que possa agarrar o filme fazendo com que os fragmentos se transfiram uns para os outros, tornando-os solidários; os hiatos temporais narrativos não são ganho, mas antes uma diminuição na sua dinâmica rítmica; são perdas irreparáveis no élan que o impulsiona para o seu fim, e, por essa razão, são perdas de intensidade dentro de nós. Ver o post inteiro

TOP 10 Novembro

TOP 10 Novembro

Gatos e elefantes, cinema português, filmes desenhados à mão e outros de cortar a respiração. Aqui os filmes mais vistos do mês de novembro. Ver o post inteiro

VERÃO 1993 – POR UM CINEMA-TERNURA

VERÃO 1993 – POR UM CINEMA-TERNURA

“Verão 1993”, a primeira longa-metragem da realizadora catalã Carla Simón, premiada em Berlim com o galardão de Melhor Primeira Longa-Metragem, é um belíssimo poema sobre a infância e o turbilhão emocional vivido por uma criança depois de perder os pais. Ver o post inteiro

Xavier Gianolli: "Não são os impostores que me interessam, são aqueles que querem acreditar neles"

Xavier Gianolli: "Não são os impostores que me interessam, são aqueles que querem acreditar neles"

Depois da passagem pela Festa do Cinema Francês, A Aparição estreou nos cinemas portugueses. A história de um inquérito canónico após alegadas aparições da Virgem Maria coloca frente a frente Vincent Lindon e Galatéa Bellugi, num drama construído como um thriller onde factos, ciência, fé e religião se misturam onde as dúvidas são mais que as respostas.  Ver o post inteiro

Estiu 1993 (Verão 1993) por Jorge Pereira

Estiu 1993 (Verão 1993) por Jorge Pereira

Neste drama, Simon triunfa pela forma simples e natural como aborda um tema complexo e impactante: a morte da mãe e os reflexos dessa tragédia numa pequena rapariga, Frida (soberba Laia Artigas), que enfrenta o primeiro verão com a sua nova família adoptiva, na Catalunha.  Ver o post inteiro

HEAVY TRIP – UMA COMÉDIA DA PESADA

HEAVY TRIP – UMA COMÉDIA DA PESADA

O resultado desta correalização é uma comédia que não se recomenda aos ouvidos mais sensíveis, pois talvez estejamos perante um filme de culto, cuja recepção será muito influenciada pelo género musical retratado. O heavy metal exige um ouvido raro e robusto... Ver o post inteiro

L'apparition (A Aparição) por Jorge Pereira

L'apparition (A Aparição) por Jorge Pereira

Xavier Giannoli regressa com A Aparição, filme encabeçado por Vincent Lindon no papel de um repórter de guerra que é convidado pelo Vaticano para fazer parte de uma comissão com uma tarefa especial: apurar a autenticidade de uma alegada aparição da Virgem Maria numa pequena vila francesa. Ver o post inteiro

Nyo Vweta Nafta (2017) de Ico Costa

Nyo Vweta Nafta (2017) de Ico Costa

Um certo princípio de ficção, que prende inicialmente, com a tal procura da personagem num mercado cheio de vida, fica retido algures e o espectador deixa-se ir para outros lugares, num tom que esbarra o documental (sem querer fechar o género em nenhum género), evocação de um cinema “a provocar” a verdade, uma verdade que se vai extraindo das coisas pequenas, quotidianas, tão simples e autênticas. Ver o post inteiro

Clash por Hugo Gomes

Clash por Hugo Gomes

Eis uma espécie de Doutor Estranho Amor, de Stanley Kubrick, com o confronto ético de 12 Homens de Fúria, de Sidney Lumet, e com claras alusões ao thriller de rígidas limitações ao instinto de sobrevivência das suas personagens, aqui carenciadas por conflitos realmente relevantes.  Ver o post inteiro

Lucky por Hugo Gomes

Lucky por Hugo Gomes

John Carroll Lynch concebeu a obra como uma celebração ao ator Harry Dean Stanton, porque em todo ele, uma personagem-tipo, concentrava todos os elementos e aspeto no qual o identificamos acima da ficção, e sobretudo fora da realidade desconhecida, a figura que a cinefilia nos impôs - o Harry Dean Stanton que o cinema criara. Ver o post inteiro