Suspiria
Suspiria

Suspiria

Áudio e legendas

Versão original com legendas

  • Áudio Inglês
  • Legendas Português
realização

Dario Argento

Nacionalidade

Itália

Ano de produção

1977

Estreia no cinema

11-06-1977

Sobre o filme

Suzie Banion, uma jovem bailarina acaba de chegar a uma prestigiada escola de dança no sul da Alemanha. A medida que ocorrem de uma série de crimes violentos começa a perceber que a escola serve apenas de fachada a algo deveras sinistro, onde operam terríveis forças sobrenaturais.
A obra prima do mestre do cinema de terror italiano numa versão restaurada em 4K, que acresce ainda mais à incrível força visual e estética deste filme. De todo o cânone do Giallo, "Suspiria" é possivelmente a sua expressão mais extravagante, opressiva e exagerada, transcendendo as convenções deste género e convertendo-se num monstruoso híbrido cinematográfico. Um ataque direto ao espectador pela pura força da imagem, plena de cores intensas e ácidas, música demoníaca e assustadora violência barroca. Tudo neste filme é de primeira classe, da atuação de Jessica Harper à cenografia de Giuseppe Bassan, sem esquecer a magnífica fotografia de Luciano Tovoli e as arrepiantes músicas de Goblin. 

Realização e elenco

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  • Scott Meek

    de Time Out

    It's always fascinating to watch; the thrills and spills are so classy and fast that the movie becomes in effect what horror movies seemed like when you were too young to get in to see them.

    9.0 9.0
  • Ricardo Vieira Lisboa

    de À Pala de Walsh

    Para o Luís Mendonça, escreveu depois de ver em sala Suspiria,“este filme foi pensado única e exclusivamente do ponto de vista da imagem (…) porque ela quer apenas projectar nos cenários o estado interior das suas personagens – mas quais personagens? De todo o seu cinema!”. Não é de boa índole contrariar os colegas (e não podia, porque o que diz o Luís é matéria de facto), mas há algo de muito curioso nessa construção dos arquétipos (para não lhes chamar personagens) através das suas mortes – e dos cenários que as acompanham. Suspiria é um filme de grande ecrã, é certo, mas a miniaturização da pantalha não lhe come o essencial, um essencial audiovisual na sua pureza máxima. O prazer das imagens e do som, das imagens com outras imagens, dos sons com outros sons e, claro, dos sons com as imagens. Prazer plástico, mais que tudo. Não se importará o leitor que desvende alguns dos homicídios que constroem o propósito narrativo (por mais ténue que seja) de Argento. A primeira menina que morre é assassinada por um homem, todo de negro, que lhe salta da janela e lhe apunha-la as mamas (é o medo do sexo que a mata); a segunda morte é a do cego, que acontece exactamente no meio de uma praça sem ninguém (é a agorafobia que o mata); a terceira morte é a de uma menina que é atacada por um homem incógnito de braços peludos, caindo num tufo de arame farpado (é o medo ao masculino que a mata). Tudo isto em crescendo, até que a nossa menina vai parar à toca do lobo e dá de caras com a bruxa mais má, mas onde está ela? Não está – não se vê. Ou seja, está ela cheia de medo de algo que não existe sequer, ela está com medo do próprio medo. E como é Argento que filma, o medo não se combate com medo, mata-se à facada. Depois de morto o medo tudo acaba. Quando a menina olha através da janela à procura do seu carrasco o que vê são esses olhinhos vermelhos. Se tivesse uma faca tinha-se acabado o filme logo ali.

    8.6 8.6
  • Antonio Albert

    de El País

    ¿Quieren giallo? Pues aquí tienen dos tazas. Dario Argento, jugando con los recursos más bajos del género, logra ponemos mal cuerpo con esta cutre pero desagradable producción. Ojo con la carnicería.

    8.0 8.0