Agora que terminei o filme, digo: mixed-feelings...
Yoav parece ser um personagem fora do contexto, um outsider, o que me leva a pensar que poderá sofrer de severos problemas psicológicos. As personagens secundárias do filme parecem ter sempre alguma influência negativa na sua pessoa. A certo ponto ele representa o seu país (de forma indirecta) até que explode e atira definitivamente a toalha ao chão.
Tecnicamente falando, o filme é bastante interessante, com planos saltitantes e agudos, que lembram efectivamente a Nouvelle Vague sobretudo de Godard.
Sobre o filme
Realização e elenco
- Realização:
- Nadav Lapid
- Elenco:
- Tom Mercier, Quentin Dolmaire, Louise Chevillotte
Prémios e nomeações
Áudio e legendas
- Versão original com legendas em português
- Áudio Francês
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Confuso!!
Roteiro para leitura sintópica.
"Funny, frustrating, and stealthily sad, Synonyms is a bold film about the refusal to assimilate in one country, and the failure to assimilate in another."
— Pat Brown de Slant Magazine
"'Sinónimos' consegue alcançar os píncaros de excelência artística que podem começar a justificar a estranha vitória do filme na Berlinale."
— Cláudia Alves de Magazine HD
"Lapid resgata uma liberdade de narrativa e estética que remete à Nouvelle Vague, com sua câmera digital tremendo alegremente pelas ruas, enquanto um trio de jovens – Yoav, Émile (Quentin Dolmaire) e Caroline (Louise Chevillotte) – discutem amor, futuro, música e experiência literária (...) Em seu ponto de vista crítico (ou talvez seja melhor dizer cínico), Synonyms faz um uso bastante criativo da linguagem cinematográfica. Existe uma dezena de momentos memoráveis, antinaturalistas e divertidos (...) O filme é estranho, no melhor sentido do termo: ele encontra uma maneira incomum de transmitir uma sensação, contar uma história através de fragmentos, de tons, de diferenças de linguagem e de percepção musical."
"Breathtaking in the way it careens from one scene to the next in a whirlwind of personal and political meaning all but impossible to grasp in full measure, the film is an excoriation of Israel’s militant machismo and a self-teasing parody of Parisian stereotypes"
— Jay Weissberg de Variety