Eu, Daniel Blake
Eu, Daniel Blake

Eu, Daniel Blake

I, Daniel Blake

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português

  • Áudio Original
  • Legendas Português
realização

Ken Loach

Nacionalidade

Reino Unido

Ano de produção

2016

Género

Drama

Estreia no cinema

01-12-2016

Sobre o filme

Daniel Blake, com 59 anos, trabalhou como marceneiro durante a maior parte da sua vida, em Newcastle. Agora, e pela primeira vez, precisa de ajuda do Estado. O seu caminho cruza-se com o de Katie, mãe solteira, e as suas duas crianças, Daisy e Dylan. Para escapar à vida numa residência para sem-abrigo em Londes, a única hipótese de Katie foi a de aceitar um apartamento numa cidade que ela desconhece, a 300 milhas de distância. Daniel e Katie encontram-se na terra de ninguém, apanhados pela burocracia da Segurança Social...

Realização e elenco

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  • Vasco Câmara

    de Ípsilon - Público

    Eu, Daniel Blake é um filme indignado com a devastação humana mas com uma delicadeza de olhar que resiste no espaço dos sentimentos e da intimidade. Isso , possibilidade de resistência: as relações íntimas a contrariarem a violência da retórica social - e a retórica do filme de mensagem...

    8.7 8.7
  • Luís Miguel Oliveira

    de Ípsilon - Público

    O melhor da faceta politicamente combativa de Ken Loach. Uma fábula realisticamente absurda sobre o estado do “estado social” na Europa. “Kafkiano” pode servir a Eu, Daniel Blake, a Palma de Ouro de Cannes. Deve ter a ver com o poder misterioso da letra “k”, mas à medida que o filme de Ken Loach avança mais o nosso espírito vê o seu protagonista, Daniel Blake, como um parente afastado do famoso herói do Processo de Kafka, conhecido apenas por Josef K. Sugestão, certamente, e insondáveis são os caminhos da imaginação, pelo que quem nunca pecou por delírio que atire a primeira pedra [...]

    8.5 8.5
  • Inês Lourenço

    de Diário de Notícias

    A verve do cinema de Loach sempre foi - apesar de alguns desvios - a urgência do presente, uma energia do agora que sentimos mais violenta na tela. Afastado dos dramas de época, como o anterior O Salão de Jimmy (2014), Eu, Daniel Blake recupera essa pulsação genuína da sua obra ao retratar um carpinteiro de Newcastle, enredado, aos 59 anos, na burocracia e na modernização do sistema de segurança social [...]

    7.9 7.9
  • Luís Miguel Oliveira

    de Ípsilon - Público

    A arte de rua de Ken Loach. Ken Loach não mudou, mudaram o mundo, o cinema, a TV, a política. É o que há nele de mais admirável. O último filme, Eu, Daniel Blake, um documentário sobre a obra e um ciclo na Cinemateca mostram a crença profunda de um cineasta: não há realismo sem humanismo...

    7.8 7.8