Beleza Oculta
Beleza Oculta

Beleza Oculta

Sleeping Beauty

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português

  • Áudio Original
  • Legendas Português
realização

Julia Leigh

Nacionalidade

Austrália

Ano de produção

2011

Género

Drama

Sobre o filme

Lucy compatibiliza a sua vida universitária com encontros sexuais que a ajudam a pagar os estudos. Um dia oferecem-lhe trabalho como empregada de luxo para homens de classe alta. Apreciada pela sua chefe, Lucy não tardará a passar por uma prova difícil. A cada noite Lucy terá que tomar um comprimido, deitar-se-á numa cama de uma misteriosa casa e dormirá. Nunca ira saber o que aconteceu nesse período. Apadrinhada por Jane Campion, Beleza Oculta converte um clássico infantil num terrível conto de sexo e décors tão luxuosos como frios.

Realização e elenco

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  • Foto de perfil de telmof

    telmof

    Pretensioso e asséptico, nem a catarse final da protagonista nos faz acreditar que há vida neste filme, não obstante o belo embrulho.

    4 4 2 semanas atrás (Editado)
  • Foto de perfil de zeph7r

    zeph7r

    Uma ideia subtil e sofisticada.

    8,5 8,5 2 anos atrás
  • Sukhdev Sandhu

    de Daily Telegraph

    What a strange, ensnaring achievement, not least for a first-time feature, Sleeping Beauty is: no male director could have made it.

    8.5 8.5
  • James Rocchi

    de The Playlist

    “Sleeping Beauty” isn’t a perfect film, but it is, in many ways, near-perfect cinema—a unique story, untellable in any other medium, that resists both easy dismissal and glib praise, sinking into the mind with the ungraspable, all-pervading power of a dream

    8.5 8.5
  • Eric Kohn

    de Indiewire

    Browning’s performance is bound to collect accolades even though the movie will scare off a lot of audiences and distributors, and Leigh (who has several other projects in the works) has firmly put herself on the map as a director to watch.

    8.0 8.0
  • Peter Bradshaw

    de The Guardian

    Julia Leigh's adaptation of her novel about a student drawn to prostitution is an elegant, if occasionally preposterous, debut. (...) It is technically elegant, with vehemence and control, though often preposterous, with the imagined classiness of high-end prostitution and art-porn cliches of secret sexiness in grand chateaux: shades of Eyes Wide Shut. (...) To some, the situation may call to mind Almodovar's Talk to Her or perhaps the denouement of Dennis Potter's Brimstone and Treacle. But there is force and originality in Leigh's work. Sleeping Beauty is an impressive technical display, though no more than the sum of its parts.

    7.5 7.5
  • Guy Lodge

    de Incontention

    Anyone still describing “Sleeping Beauty” as an “erotic drama” after its Cannes premiere can only have seen the marketing materials and skipped the movie; its atmospherics wound so tight that the breaking of a glass elicits an actual gasp from the viewer, we’re too busy fearing for Lucy to be remotely titillated by any of her exploits. Perrault’s Sleeping Beauty needed only a kiss to retrieve her from indefinite slumber; in Julia Leigh’s exciting, upsetting, only occasionally over-determined debut, such simple intimacy seems light years away.

    7.5 7.5