A Festa
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The Party

Áudio e legendas

Versão original com legendas

  • Áudio Inglês
  • Legendas Português
realização

Sally Potter

Nacionalidade

Reino Unido

Ano de produção

2017

Géneros

Comédia, Drama

Estreia no cinema

01-11-2017

Sobre o filme

Uma comédia envolta em tragédia que se desenvolve em tempo real numa casa de Londres, nos dias de hoje. Janet recebe um grupo de amigos próximos para celebrar a sua promoção a "Ministra-Sombra" da Saúde do partido da oposição. Mas o marido, Bill, parece preocupado. À medida que os amigos chegam, alguns com notícias para partilhar, a noite vai-se desenredando. Um anúncio de Bill provoca uma série de revelações que rapidamente escalam em confronto aberto. Enquanto as ilusões das pessoas em relação a si próprias e umas às outras se vão desfazendo em fumo, tal como os canapés, a festa torna-se numa noite que começou com champanhe e acaba com sangue no chão.

Realização e elenco

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claudiacapelaferreira

"Assistir a Party é entrar num teatro. Efeito que só se perde a meio do filme – curto, 70 brilhantes e claustrofóbicos minutos – quase no fim, então. De facto, é uma peça de que se trata, bem dirigida e interpretada, inteligente, cínica q.b., e profundamente cómica. O trágico sempre foi o melhor condutor da gargalhada. [...]"



https://asfloresdelaura.blogs.sapo.pt/the-party-2017-sally-potter-partido-em-10102

19 Março 2019
8.0

"The titular “party” of writer-director Sally Potter’s riotous tragicomedy is both a ghastly social function at which bourgeois lives unravel and the unnamed political opposition party through whose ranks Kristin Scott Thomas’s brittle antiheroine Janet ascends. She’s the newly appointed shadow health minister, a careerist idealist who believes in “truth and reconciliation” rather than shouting, punching and biting. Yet during the course of a single calamitous soiree, her right-thinking, left-leaning comrades will turn on themselves and one another in an increasingly farcical feeding frenzy. Indeed, when we first meet Janet, she’s pointing a gun at the camera, a harbinger of what’s to come in Potter’s short, sharp satire of love, politics and burnt vol-au-vents. Potter’s first film since 2012’s Ginger & Rosa, The Party is an impressively lean affair, shot in a single location with few frills and no fuss – just an A-list cast at the top of their game. Potter looks toward Chekhov, Albee and Buñuel as inspirations, alongside such 60s Brit cinema classics as Karel Reisz’s Saturday Night and Sunday Morning and Bryan Forbes’s The L-Shaped Room. There’s a retro feel to Aleksei Rodionov’s handsome black-and-white cinematography, although the ease with which his camera waltzes around the cast lends a note of roving modernity, recalling the fluid poetry of Potter’s 2004 film Yes. Dance has always been central to Potter’s work (not just in The Tango Lesson), and there’s a real exuberance in the way she choreographs her players through the slapstick pirouettes and pratfalls of this vaguely absurdist romp. Meanwhile, Bill’s vinyl collection provides contrapuntal jukebox accompaniment, inappropriate records randomly selected with hilarious results. Potter may not be thought of primarily as a comedic film-maker, but a sharp streak of humour runs throughout her features, dating back to her 1992 adaptation of Virginia Woolf’s Orlando. Just as Mike Leigh once joked that he simply wanted to make people laugh, Potter has always worked with a wry smile. In The Party – a shaggy dog story with a cannibalistic bite – that smile becomes a belly laugh."

Mark Kermode de The Guardian