United States of Love
United States of Love

United States of Love

United States of Love (Zjednoczone stany milosci)

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português

  • Áudio Original
  • Legendas Português
realização

Tomasz Wasilewski

Nacionalidades

Polônia, Suécia

Ano de produção

2016

Género

Drama

Estreia no cinema

25-05-2017

Sobre o filme

Em 1990, a Polónia vive o seu primeiro ano como país livre. Neste contexto de euforia mas também de indefinição, quatro mulheres aparentemente felizes decidem que é chegado o momento de encarar a mudança nas suas próprias vidas. Agata despreza Jacek, o marido, e fantasia com uma relação impossível com o jovem padre da paróquia; Renata é uma professora reformada que, para atenuar o tédio em que a sua vida se tornou, desenvolve uma estranha obsessão por Marzena, a belíssima vizinha do lado, cujo marido trabalha na Alemanha; e Iza, irmã de Marzena, luta para esquecer o homem com quem teve uma relação adúltera durante seis anos… Escrito e realizado por Tomasz Wasilewski ("Plynace Wiezowce"), um filme-mosaico sobre a solidão da mulher numa sociedade que, apesar de estar em transformação, ainda se move segundo perspectivas e princípios tendencialmente machistas.

Prémios
O meu estado de espírito...

Realização e elenco

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  • Peter Bradshaw

    de The Guardian

    The film’s emotional distance is indebted to directors such as Farhadi and Haneke. Its bodies look as if they have been painted by Lucian Freud.

    8.0 8.0
  • Wendy Ide

    de The Guardian

    The talented young writer-director Tomasz Wasilewski has an eye for eloquent framing and touches of absurdity, both of which evoke the work of Austrian film-maker Ulrich Seidl.

    8.0 8.0
  • Tiago Santos

    de Sábado

    Wasilewski, que venceu o Urso de Prata para Melhor Argumento no Festival de Berlim, leva as suas personagens até ao limite, apoiado pela brilhante interpretação das suas actrizes, e transforma United States of Love numa sufocante realidade, com um inescapável impacto emocional.

    8.0 8.0
  • Stephen Dalton

    de The Hollywood Reporter

    Painting three of its four main characters as emotionally unstable stalkers, it is not exactly a bold feminist statement, but a multi-generational all-female ensemble piece is still a rare pleasure. Wasilewski's screenplay would pass the Bechdel test with honors, and he pointedly depicts his marginal male characters as bullies and brutes too.

    7.0 7.0