Tu, que Vives
Tu, que Vives

Tu, que Vives

Du levande

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português

  • Áudio Original
  • Legendas Português
realização

Roy Andersson

Nacionalidade

Suécia

Ano de produção

2007

Género

Comédia

Estreia no cinema

13-01-2011

Sobre o filme

O cruzamento improvável entre o cinema dos Monty Phyton e de Ingmar Bergman. É assim este filme de um dos maiores realizadores suecos de todos os tempos Roy Andersson. Um filme cheio de humor negro que fala do facto de todos os seres humanos terem momentos de grandeza e miséria. Consoante o que vamos vivendo, vamos tomando posições diferentes, mas precisamos sempre dos outros para viver. Esta é uma comédia trágica sobre o ser humano em estado puro, os seus comportamentos em sociedade, pensamentos, preocupações e desejos de amar e ser amado. Uma série de personagens desfila por situações quotidianas, por vezes surrealistas, para percebermos as particularidades da sua filosofia perante a vida.
""Tu, que Vives" é sobre o Homem - grandeza e miséria, alegria e tristeza, autoconfiança e ansiedade: rimos desse Homem mas também o choramos. É apenas uma comédia trágica ou uma tragédia cómica sobre nós próprios.” - Roy Anderson

Prémios
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Realização e elenco

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9.5

"Un cruce entre los Monty Python e Ingmar Bergman. Melancólica, desternillante y absolutamente única. "

David Rooney de Sight & Sound

8.8

"Las películas de Roy Andersson, y la última también, son estudiados collages de personajes, sanchos y quijotes, que viven la vida lo mejor que pueden , aferrándose a sus sueños o despegándose de ellos, pero siempre con dolor y una amarga y cómica sensación de pérdida, alejamiento y extrañeza."

Gonzalo de Pedro de Cahiers du Cinema

7.5

" La comedia de la vida es una de esas película desconcertante que sugieren mucho más de lo que dicen (...) Roy Andersson muestra un mundo gris y desasosegante donde la gente es, básicamente, infeliz (...) Absténgase los que acuden a las salas con el loable pero único objetivo de vaciar la cabeza."

Olga Pereda de El Periódico

7.5

"(...) película completamente alejada de los cánones habituales de narración, sin planteamiento, nudo ni desenlace, sin protagonistas ni personajes secundarios y con un único movimiento de cámara a lo largo de su hora y media de metraje. Eso sí, miedos fuera, estamos ante algo mucho más cercano a Buster Keaton que a, por poner un ejemplo, Robert Bresson."

Javier Ocaña de El País