7,2

Snowpiercer – O Expresso do Amanhã

· 121min.

Um filme sobre revoltas e revoluções onde a ação mas sobretudo a satira têm um papel fundamental. Um cast internacional para um dos mais interessantes filmes pós-apocalípticos dos
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Sobre o filme

Depois de uma tentativa falhada de combater o aquecimento global, a Terra entra em mais uma Idade do Gelo. Os poucos que sobrevivem conseguem-no porque embarcam num gigantesco comboio, o Snowpiercer. Este é dotado de uma locomotiva de movimento perpétuo e nunca pára de percorrer os 438 mil quilómetros de um circuito ferroviário que atravessa todos os continentes.
As elites viajam nas carruagens da frente, com todas as mordomias e privilégios, enquanto os mais pobres penam na cauda do comboio. Existe também um ditador, Wilford, em nome do qual é feita propaganda destinada a manter uma rigorosa ordem. Mas há uma grande inssurreição iminente...
O primeiro filme ocidental de Bong Joon-ho ("Mother" e "The Host") baseado numa banda desenhada francesa, leva a clássica pirâmide de classes do capitalismo para dentro de uma locomotiva condenada ao moto perpétuo.
Um filme sobre revoltas e revoluções onde a ação, mas sobretudo a sátira têm um papel fundamental. Um cast internacional para um dos mais interessantes filmes pós-apocalípticos dos últimos anos.

Prémios e nomeações

Áudio e legendas

Versão original com legendas
Áudio Original • Legendas Português

Mais informação

Título original:
Snowpiercer
Estreia no cinema:
27-04-2014

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Sem avaliações

9

"An enormously ambitious, visually stunning and richly satisfying futuristic epic from the gifted Korean genre director Bong Joon-ho."

Scott Foundas de Variety

8

"Bong Joon-ho consigue momentos inquietantes, de gran espectacularidad, impropios del género, con toques dramáticos abrumadores y otros de comedia negra. Entretenido reflejo de cómo somos –de cómo seremos– si no lo remediamos."

Mariló García de Cinemanía

8

"Unapologetically long and messy, Snowpiercer offers an unhinged ride that's worth the investment for its mixture of batty personalities, consistently impressive visuals and mad swipes at heavy symbolism jam-packed together."

Eric Kohn de Indiewire