Recital de Maria Callas
Recital de Maria Callas
Recital de Maria Callas

Recital de Maria Callas

Áudio e legendas

Versão Original

Nacionalidade

França

Ano de produção

1958

Sobre o filme

Maria Callas foi uma lenda viva. Desde a sua morte a 16 de setembro de 1977 que vive na memória do público em geral, mas num círculo de fans de ópera em particular. Callas tinha um impacto ao vivo como nenhuma outra artista "Comparada com ela, a maioria das cantoras são apenas agradáveis ao ouvido, mas era como estivessem desconectadas da realidade", recorda Renatta Scotto.
Maria Callas teve que lutar desde o dia em que nasceu em Nova Iorque no ano de 1923. Começando pela sua mãe que queria ter tido um menino; pela sua aparência física - a qual transformou completamente, passando pela sua relação com Onassis e finalmente pela sua voz que a abandonou demasiado cedo. Em 1965, quando canta Norma de Bellini na Ópera de Paris, Callas abandona o palco, destroçada. Uns dias antes dera um recital no Teatro de Champs-Élysées, acompanhada da Orquestra Nacional de França e Georges Prêtre, que roçou o sublime. Com a inteligência em casa palavra, a cada nota nos presenteia com estas Árias inesquecíveis. "Adieu notre petite table..." (Manon de Massenet), "Ah, non credea mirarti..." (Sonámbula de Bellini), "Oh, mio babbino caro..." (Gianni Schicchi de Puccini).
Callas é magnética e emocionante. Estas características eram conhecidas do grande público desde 19 de dezembro de 1958, quando se estreou em França, na Ópera de Paris, durante uma gala na presença do Presidente René Coty. A televisão estava presente e este documentário é uma prova da supremacia de Callas. Com duas Árias de Norma de Bellini, incluindo Casta Diva, duas Árias de Il Trovatore de Verdir e para concluir O Barbeiro de Sevilha de Rossini, o público ficou rendido a seus pés. Nesse dia encontrar-se-iam entre os espectadores Aristoteles Onassis, que viria a felicitá-la no camarim. Mas essa é outra história...

Realização e elenco

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