O Artista
O Artista

O Artista

The Artist

Áudio e legendas

Versão original com legendas

  • Áudio Inglês
  • Legendas Português
Nacionalidade

França

Ano de produção

2011

Géneros

Comédia, Biopic

Estreia no cinema

02-02-2012

Sobre o filme

Hollywood, 1927. George Valentin é uma das maiores estrelas do cinema mudo. Certo dia conhece Peppy Miller, uma jovem e ambiciosa figurante, por quem fica fascinado. Mas a chegada dos filmes sonoros marca o fim da carreira de George e faz de Peppy a nova grande estrela da nova indústria.
“O cinema mudo é um cinema emocional, sensorial; o facto de não termos texto leva-nos à forma mais básica de contarmos uma história que só funciona nos sentimentos que criamos. É uma forma de trabalhar fascinante.” - Michel Hazanavicius

Realização e elenco

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  • Peter Debruge

    de Variety

    A love letter to silent cinema sealed with a smirk. (...) A high-concept homage, delivering a heartfelt, old-school romance without the aid of spoken dialogue or sound. Projected in black-and-white in the classic 4:3 aspect ratio, this crowd-pleasing comedy tips its top hat to those late-'20s Hollywood conventions rendered obsolete by the rise of the talkie as a pompous star fails to adapt to the new era.

    10.0 10.0
  • Carlos Boyero

    de El País

    Una obra maestra muda y en blanco y negro. El filme de Michel Hazanavicius chorrea pureza, sentimiento y gracia

    10.0 10.0
  • E. Rodríguez Marchante

    de ABC

    Un maravilloso estruendo de cine mudo. La película de Michel Hazanavicius ha dejado totalmente sin habla a una sala entera y parte como favorita del festival. Pinta la pantalla de un tiempo y unos sentimientos que el cine no debería olvidar nunca, y de paso revaloriza hasta cotas insuperables a la pareja protagonista, que ennoblecen su oficio con simpatía, eficacia, cuerpo y alma, que dicen sin hablar y que bailan como “luego” bailarían los mejores que ha habido. Una pareja que conjuga la palabra elegancia como si fuera un verbo.

    9.5 9.5
  • Eric Khon

    de Indiewire

    Pays homage to the silent era, but visuals dominate story. (...) Just as sound technology had a destructive impact on the careers of existing silent stars, “The Artist” resurrects its appeal without ever fully realizing the potential that inspired it

    9.0 9.0
  • Mark Adams

    de Screen

    Possibly one of the most joyously enjoyable films to screen in the Cannes competition - especially for lovers of classic Hollywood cinema - The Artist is a real pleasure… shot in beautiful black-and-white, silent (apart from a few brief moments of sound) and propelled elegantly forward by delightful performances from Jean Dujardin and Berenice Bejo it is the most unlikely of feel-good movies.

    9.0 9.0