· 99min.

Num longínquo cume algures na Colômbia, crianças soldado com nomes de guerra têm de garantir a sobrevivência de uma mulher americana feita refém.

Sobre o filme

Num longínquo cume algures na Colômbia, o que parece inicialmente um campo de férias isolado é na verdade o cenário de uma missão: Crianças soldado com nomes de guerra tem de garantir a sobrevivência de Doctora, uma mulher americana feita refém. Mas a morte acidental da vaca leiteira que lhes foi emprestada pelos camponeses, precipita os acontecimentos. O recreio acabou e é tempo de mergulhar na selva.

Realização e elenco

Alejandro Landes

Prémios e nomeações

Áudio e legendas

Versão original com legendas
Áudio Espanhol • Legendas Português

Mais informação


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"In some ways, Monos is a ritual heading to disaster, like a Jim Jones ceremonial in the jungle clearing, or alternatively a dream, a hallucination, one that we are having about them, or they are having about themselves: a delirium brought on by altitude sickness or hunger or post-traumatic stress disorder. And Landes withholds from us any sense of when precisely this is supposed to be happening: now, or in some postapocalyptic future or in the past, as if his children are a version of the mythic Japanese soldier in the jungle unaware the war is over."

Peter Bradshaw de The Guardian


"‘Monos’ is the strangest, most unsettling piece of survival warfare you’ll see all year – yes, including ‘Love Island’ – but it’s also one of the most mesmerising."

Joshua Rothkopf de Time Out


"There are escape attempts, murder and a descent into more squalor, suggesting that, as with William Golding’s “Flies,” filmmaker Alejandro Landes is delivering an allegorical message of some sort. But what that message may be, like the humid, foggy atmosphere that hangs over so much of the film, is less than crystal clear. Kids — or society — run amok? The callousness of war? The law of unintended consequences, which is the only thing that plays out in vivid, often blood-spattered clarity? Or maybe it’s the impossibility of redemption."

Michael O'Sullivan de Washington Post