8,3

Era Uma Vez na Anatólia

· 150min.

Durante uma longa noite, um grupo de polícias e detectives numa busca impiedosa por um cadáver enterrado nas estepes da Anatólia.
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Sobre o filme

Misterioso e cativante, este filme do premiado realizador Nuri Bilge Ceylan acompanha, durante uma longa noite, um grupo de polícias e detectives numa busca impiedosa por um cadáver enterrado nas estepes da Anatólia. A exumação deste corpo vai também desenterrar pensamentos e medos há muito escondidos nas cabeças destes investigadores obstinados.

Realização e elenco

Realização:
Nuri Bilge Ceylan

Prémios e nomeações

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português
Áudio Francês

Mais informação

Título original:
Bir Zamanlar Anadolu'da
Género:
Drama
Nacionalidade:
Turquia
Estreia no cinema:
03-05-2012

"Era uma vez na Anatólia" (2011) é um filme sobre a morte - há que encontrar o cadáver para saber a razão da morte e culpar quem deve ser culpado: eis o axioma do filme. Em que, apesar de tudo, o procurador é atravessado por uma culpa definitiva. Em que o médico omite que o corpo foi enterrado vivo. Eis a duplicidade moral. Contas feitas, este filme é um ensaio para "Sono de inverno" (2014).

9

"Há filmes que parecem ser realizados em momentos epifânicos da carreira de um diretor. Era Uma Vez na Anatólia, de Nuri Bilge Ceylan, é um desses filmes (...) o tempo é lento, quase como se estivéssemos companhando in loco o desenrolar dos fatos. Mas durante todos os eventos ocorridos à noite, não temos um único incômodo em relação ao tempo. A montagem e o elenco espetacular seguram perfeitamente o espectador, ligando-o à trama e não permitindo um esgotamento de sua vontade ou atenção. "

Luiz Santiago de Plano Crítico

8

"Com todas essas qualidades e defeitos, Era Uma Vez na Anatólia é capaz de provocar diversas reações no espectador, menos a indiferença. Este filme insuportavelmente belo, angustiantemente filosófico e reflexivo torna-se uma espécie de ícone do culto artístico ao criador, representando seu exemplo mais didático, e também apontando para seu eventual limite. Para o bem ou para o mal, o filme constitui um marco da noção contemporânea de cinema de qualidade."

Bruno Carmelo de Adoro Cinema