Anjos e Virgens
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Anjos e Virgens

Virgin Territory

Áudio e legendas

Versão original com legendas em português

  • Áudio Inglês
  • Legendas Português
realização

David Leland

Nacionalidade

Estados Unidos

Ano de produção

2007

Género

Comédia

Estreia no cinema

15-08-2008

Bilheteira

521.808,40 €

Espetadores

95.501

Sobre o filme

Florença, século XIV. O jovem aventureiro Lorenzo (Hayden Christensen) torna-se um alvo a abater para o pérfido Gerbino (Tim Roth) e foge de Florença para se refugiar num convento a trabalhar como jardineiro.
Pampinea (Mischa Barton) é a única filha de uma respeitada e abastada família. Gerbino quer o seu corpo e a sua fortuna e propõe-lhe casamento. Mas Pampinea foge de Florença para se encontrar com o seu alegado noivo - um conde russo.
Pampinea retira-se num convento à espera do seu casamento - o convento onde Lorenzo trabalha como jardineiro. Sob o véu de freira, e depois de um beijo secreto, apaixona-se por Lorenzo. Lorenzo apaixona-se também... mas não sabe quem lhe deu tão precioso beijo.
O realizador David Leland reinventa o clássico "Decameron" de Giovanni Boccaccio e brinda-nos com um irreverente, divertido e sensual filme sobre a inocência, o amor, o sexo e as amizades que perduram.

Realização e elenco

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6.0

"Tiene mérito, por decirlo de alguna manera, lo que ha conseguido el director británico David Leland en su sexto largometraje: fundir diversos géneros y que ninguno de ellos funcione."

Alberto Luchini de El Mundo

2.5

"Filme de y acción idóneo para un público desprejuiciado, muy desprejuiciado, y, sobre todo, jovencito, con quienes estoy segura que funcionará el gancho del atractivo Hayden Christensen."

Carmen L. Lobo de La Razón

2.5

"(...) se habría agradecido un acercamiento a la temática sexual que no estuviera basado en una bobalicona insipidez semejante a la de las comedias románticas y supuestamente socarronas de finales de los 90. Si lo que Leland quería lograr era una atmósfera cargada de sensualidad, no era suficiente con llenar la pantalla de féminas mostrando púdicamente sus encantos."

Tonio L. Alarcón de Dirigido por

2.5

"(...) comedia romántica de cartón, un cuento de hadas mononeuronal que, en sí mismo, es una sonada traición a la lógica subversiva del texto presuntamente objeto de revisión posmodernista."

Roberto Piorno de Guía del Ocio