A Noite dos Mortos Vivos
A Noite dos Mortos Vivos

A Noite dos Mortos Vivos

Night of the Living Dead

Áudio e legendas

Versão original com legendas

  • Áudio Inglês
  • Legendas Português
realização

George A. Romero

Nacionalidade

Estados Unidos

Ano de produção

1968

Estreia no cinema

07-12-1970

Bilheteira

370.957,90 €

Espetadores

674.190

Sobre o filme

As radiações provenientes de um satélite provocam um ambiente de terror: os mortos saem dos caixões e atacam a população para se alimentarem. A história inicia-se num cemitério na Pensilvania, onde Bárbara, depois de ser atacada por um morto vivo, foge para uma fazenda . Este é também o local escolhido por Ben para se refugiar e juntos constroem uma barricada de modo a defenderem-se da multidão de zombies que apenas podem ser vencidos com um golpe na cabeça.Um clássico do género. Uma  revisão sanguinolenta dos códigos dos filmes de terror até à data, tendo influenciado realizadores posteriores como David Cronenberg, Tobe Hopper e Sam Raimi. 


Realização e elenco

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  • Ricardo Vieira Lisboa

    de À Pala de Walsh

    Em Night of the Living Dead, Romero limitava-se (como se fosse pouco) a reflectir o seu tempo e a sociedade de então dentro da casa (como qualquer bom filme de cerco à la Hawks), não fazendo portanto considerações sobre os monstros que lá estavam fora. Eram apenas monstros, catalisadores para os comportamentos extremados dos que lá estavam dentro – e sim, tudo se opera nesse limiar muito concreto que separa o dentro do fora. Acima de tudo, o que terá interessado a Romero era a atmosfera da luta pelos direitos civis e o racismo, onde o final antevê o assassinato de Martin Luther King, morto pouco depois do final da rodagem – “I was telling a story and I had a couple of radical ideas and, you know, it’s more of a political statement than it is a film”. A ideia de que o morto-vivo é um de nós (ou nós somos um deles) só surge nos filmes seguintes da série (e diria que se Night é uma obra-prima, os que se seguiram são obras-maestras). Mas como essa é, afinal, a ideia fundamental do seu cinema, Romero regressou ao seu filme-charneira e escreveu Night of the Living Dead. Um objecto altamente interessante por encontrarmos nele a mão de um mestre que tem a oportunidade de retocar a sua obra de estreia – e fá-lo sem qualquer pejo, ainda que seja, talvez, o seu filme mais admirado. Aliás, aquele que foi o grande trunfo do realizador foi, exactamente, saber gerir e moldar a evolução da sua mitologia em torno dos mortos-vivos. Como que descrevendo o mundo em fascículos, porque assim, em doses pequenas e certeiras, se mastiga melhor os podres da carne humana.

    9.2 9.2
  • Roger Ebert

    de Chicago Sun Times

    Quando vi o filme no teatro local no passado sábado à tarde senti realmente medo. Vi crianças sem recursos a que poderiam recorrer a tentarem proteger-se do pavor e medo que estavam a sentir.

    8.5 8.5