Ettore Scola
  1. Ettore Scola

    Itália (1931 - 2016)

    6 títulos :separador disponível 36 prémios
    recebidos
Biografia

Nasceu nos anos 40 em Trevico, na província de Avellino. Ettore Scola integrou o grupo de humoristas que colaborava na revista satírica “Marc’Aurelio”, o que lhe permitiu passados alguns anos iniciar a aprendizagem de argumentista com Metz e Marchesi. Em 1964, após mais de setenta argumentos escritos para outros realizadores, realizou a sua primeira obra, "Se Permettete Parliamo de donne", escrita em parceria com Maccari. Em 1970, realizou "Dramma Della Gelosia" (Ciúme, Ciúmes e Ciumentos) pelo qual Mastroianni recebeu a Palma de Ouro de Melhor Ator. Todavia, o seu reconhecimento como um dos autores mais influentes do cinema italiano sucedeu apenas em 1974 com o retrato geracional "C’eravamo tanto amati" (Tão amigos que nós éramos). Em 1976, "Brutti, Sporchi e Carrivi" (Feios, Porcos e Maus -Alambique) recebeu o prémio de Melhor Realização na competição do Festival de Cannes. No ano seguinte, com "Una Giornata particular" (um dia inesquecível - Alambique), recebeu um David di Donatello para Melhor Realizador assim como uma nomeação para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Nos anos 80, que iniciou com o retrato audaz "La Terrazza" (O Terraço), em 1980, abandona a comédia para se dedicar a filmes de época como "A Noite de Varennes" (Alambique), em 1982, e "Le Bal" (O Baile - Alambique), em 1984. Este último recebeu um David di Donatello e um Urso de Prata para Melhor Realizador. Depois dirigiu "La Família" (A Família), em 1987, que ganhou três David di Donatello, dois Nastro D’Argento e uma nomeação para os Óscares, seguindo-se "Che Ora é?", em 1989, pelo qual os protagonistas, Mastroianni e Troisi, foram galardoados com os prémios para Melhor Ator no Festival de Cinema de Veneza. Em 1995, Scola regressa à comédia com "Romanzo di un Giovane Povero", enquanto "La Cena", de 1998, apresenta um fresco da Itália dos anos 90. Depois de "Concorrenza Sleale", de 2001, e "Gente di Roma", de 2003, homenagem emocionada à cidade eterna, realiza o documentário "Sergio Amidei - Ritrato di uno Scrittore di cinema", em 2005. Em 2011, recebeu o David di Donatello para a Carreira Cinematográfica. "Che Strano Chiamarsi Federico - Scola Racconta Fellini (Que estranho chamar-se Federico)", de 2013, foi a sua obra mais recente.

Prémios do seus filmes

Os seus títulos online