8,4

Isto Não é um Filme

· 75min.

Em prisão domiciliária, Panahi decide “contar” um filme em vez de o “fazer”. O resultado é um filme espantoso e comovente sobre cinema, censura, e liberdade de expressão.
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Sobre o filme

Reconhecido como um dos mais importantes realizadores da atualidade, Jafar Panahi - cujos filmes examinam de forma crítica a realidade social do Irão - foi preso em sua casa em março de 2010 e condenado a 6 anos de prisão em dezembro do mesmo ano. Foi ainda proibido de fazer filmes durante os próximos 20 anos. Em prisão domiciliária, Panahi decide “contar” um filme em vez de o “fazer”. O resultado é um filme espantoso e comovente sobre cinema, censura, e liberdade de expressão.

Realização e elenco

Realização:
Jafar Panahi

Prémios e nomeações

Áudio e legendas

Versão original com legendas
Áudio Persa • Legendas Português

Mais informação

Título original:
This is Not a Film
Género:
Documentário
Nacionalidade:
Irão
Estreia no cinema:
03-11-2011
Bilheteira: 2 922,80 €
Espetadores: 505

O caso pessoal dele (uma daquelas injustiças inacreditáveis) e a forma como se desenvolve é muito humana. Achei cativante toda a primeira metade, onde também neste documentário se insere a obra do realizador e a sua visão pessoal como realizador de cinema, incluindo ele nos fazer ver um filme que não o pode fazer (mas vai descrevendo com muita especificidade). Vale bem a pena ver. Gostei!

7/10

9

"If this is not a film, it is, among other things, a statement of creative resistance in the face of tyranny and a document of intellectual freedom under political duress."

A.o Scott de NY Times

9

"This film is a samizdat cine-poem in defence of cinema and freedom: the only response is contempt for those government bullies and bureaucrats ranged against Jafar Panahi."

Peter Bradshaw de The Guardian

9

"Esto no es una película tiene algo de comedia negrísima, donde una inteligencia amordazada encuentra las argucias lógicas que le permiten librarse de la fatalidad y seguir creando sin que, oficialmente, lo esté haciendo: Panahi ofrece una auténtica lección magistral —sus reflexiones sobre el papel del actor y el escenario, sobre la necesidad de hacer (y no contar el) cine— y culmina su jugada con un implacable clímax de suspense paranoico, ejecutado con sabiduría narrativa y precisión en el control de la puesta en escena. El título no miente (del todo): esto es mucho más que una película."

Jordi Costa de El País

9

"Panahi deja de hacer cine para constituir una energía, su propia e idéntica circunstancia, una obra o, si se quiere, una acción política; una acción política que se reconstruye en cada festival en que es proyectada, en el sentido en que es “lanzada, dirigida hacia adelante o a la distancia” o “ideada, trazada o propuesta como plan con los medios para la ejecución de algo”. Y los que somos convocados en una sala a participar en esa acción lo que hacemos es precisamente “reunirnos, conspirar y realizar propaganda contra el régimen de Irán”."

José Ramón Otero de Transit